Setembro amarelo

Professor de Patologia é semifinalista na edição brasileira do FameLab

O professor do Departamento de Patologia da Ufes, Breno Salgado, está entre os 30 semifinalistas da edição brasileira da maior competição internacional de comunicação científica, o FameLab, realizado pelo British Council em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, por intermédio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Nessa etapa do concurso, os semifinalistas terão que realizar uma apresentação oral apresentação oral de 3 minutos sobre um tópico de ciência e/ou tecnologia. A temática deve ser explicada de modo simples e que demonstre ligação, relevância ou impacto no cotidiano. “Na seleção para a semifinal eu falei sobre o que é o câncer e como ele ocorre. Agora, para as semifinais, as possibilidades são diversas, porém não é permitido que façamos uma repetição das apresentações. Com isso, novos assuntos serão abordados”, diz o professor.

O FameLab foi lançado em 2005 pelo Festival de Ciência de Cheltenham, na Inglaterra, e é realizado em 32 países pelo British Council. O objetivo da competição é promover a aproximação entre cientistas e público em geral, por meio da contextualização e abordagem de temas científicos no dia a dia da sociedade, além de incentivar o desenvolvimento de competências em comunicação, em especial a habilidade oral.

Etapas

O professor Breno e os demais candidatos se apresentarão nas semifinais presenciais no Rio de Janeiro, onde serão treinados para apresentações, que acontecerão no Museu do Amanhã a partir do dia 23 de abril. Destes, sairão 10 finalistas, que terão mais treinamento intensivo em inglês e sem tradução simultânea, com uma equipe de especialistas em Comunicação Científica. No dia 27 de abril acontece a Final Nacional, também no Museu do Amanhã. O vencedor nacional representará o Brasil no FameLab International, na Inglaterra, que acontecerá de 4 a 10 de junho.

“O evento é importante para a divulgação da ciência para a população em geral, que são os maiores beneficiários do que é produzido dentro das universidades. Ele permite compartilhar a ciência de maneira simples e clara, inclusive aumentando a participação das pessoas na ciência e pesquisa”, enfatiza o docente.

No Brasil, a iniciativa está em sua terceira edição e conta com a parceria do Museu do Amanhã, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

 

Texto: Letícia Nassar
Edição: Thereza Marinho

 

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