Pesquisa
Uma ciência colaborativa e com acesso livre, que pense nos diferentes segmentos da sociedade envolvidos no processo de produção científica e que tenha responsabilidade social e cuidado no uso de recursos. Esses são os pontos centrais defendidos pelo movimento pela ciência aberta e reprodutível, e debatidos nesta quinta-feira, 8, na palestra Por que falar sobre ciência aberta e reprodutível? Uma perspectiva pessoal e profissional, com a pesquisadora Eduarda Centeno, diretora executiva da Rede Brasileira de Reprodutibilidade (RBR).
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